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Carta ao Director
 
Na vossa Edição do dia 10 de Março/2003, li duas notícias acerca da Embaixada de Portugal (págs. 3 e 7), em referência às eleições para o Conselho das Comunidades e as “ultra-secretas” listas.

Para dizer a verdade, as atitudes pouco elegantes da Embaixada, ao não responder às vossas chama-das telefónicas, não me surpreenderam devido à minha experiência pessoal, que passo a resumir:No dia 25 de Março de 2001, enviei ao Embaixador uma encomenda por correio registado. No dia 12 de Maio, 2001, escrevi uma carta ao Embaixador para perguntar se tinha recebido o pacote, para fazer uma reclamação se fosse preciso. Um ano mais tarde, no dia 23 de Maio de 2002, escrevi mais uma vez ao Embaixador por um outro assunto e aproveitei para mencionar a encomenda, mais uma vez.Resultado: até hoje não sei se o Embaixador recebeu o tal pazcote ou alguma das minhas cartas, pois nunca obtive resposta. A minha esposa, filha dum diplomata chileno que foi Embaixador em diversos países, ficou com uma opinião muito pobre de nossos diplomatas. Ela sempre acompanhou o pai e sabe que ele nunca deixou uma carta por responder, nem uma pessoa por atender, muitas vezes sem obrigação nenhuma de o fazer! Na época em que, tanto a SIC como a RTPi estavam a tentar entrar no cabo digital canadiano, o Embaixador de Portugal pediu que os luso-canadia-nos se manifestassem perante a CRTC em favor da RTPi, no dia 25 de Março de 2001, ouvi um membro da nossa comunicação social comentar este pedido, no seu programa de televisão, e acabar dizendo: "Esta é a Embaixada que temos", em tom de des-prezo. Isto me deixou indignado porque, na minha maneira de ver, o Embaixador só estava a cumprir ordens e não merecia ser insultado. Mas vejo que chegou a minha vez de comentar: esta é a Embaixada que, temos... Sinceros cumprimentos,

Augusto Ribeiro, de Toronto

A Televisão que cá Temos

Palavra de honra que adoro televisão, se possível a TV portuguesa, seja ela RTP ou SIC-FPTV. Mas gosto de ver Televisão, detesto ser comido por tolo ou ignorante.

Mas, que diabo!, vejo televisão todos os dias e cada dia que passa mais ignorante me vou sentindo - estou a falar da SIC-FPTV.A fraca qualidade desta estaçãio televisiva poderá ser uma opção fácil para quem vem dum país ignorante, mas... alto aí, eu venho de lá da outra banda do Atlântico, de Portugal. Sei o que é programa de TV, Informação e distracção.Infeliz ou felizmente, resigno-me com o que tenho e, por força das circunstâncias, pago a SIC-FPTV, em casa.Porquê? Sou portuguguês e adoro tudo o que o é. Não posso é "comer" todos os dias o que "comi" há 2 meses e isto, repetindo-se todos os dias, por exemplo como "malucos do riso". Sabe o Sr. Director da SIC-FPTV, quantas vezes eu já vi a mesma coisa? Não tem conta.Será que pago para ver programas gravados ou

directos?

O Sr. já reparou que "directos" de Portugal talvez cheguem a nossas casas 5 a 6 horas por dia, o que é fraco, demasiado fraco para ser verdade.Depois, à noite, assisto a uma Telenovela brasileira, que leva cada corte... que é de gritos!Eu compreendo que o Sr. queira poupar dinheiro por cada minuto de fita do programa, mas estou seguro que, quando pensou em montar este canal, você sabia que nós, Portugueses, somos tudo menos estúpidos. Sei que os comerciais são o suporte da SIC-FPTV, mas, que diacho!, 15 minutos de comer-ciais é exagero, não?!Cansa-me ver todos os dias a mesma coisa!Para já não falando na qualidade da cor que nos aparece no écran que é de "bradar aos céus". Para ver essa telenovela "Pantanal" esforço-me para conseguir ver a cara das pessoas.Olhe! Estamos cansados desse programa dos "Malucos do Riso"... Já vão 13 dias seguidos com a mesma repetição.Olhe, Sr. Director da FPTV, nós pagamos para ver coisas dignas e interessantes neste canal de TV. Faça o que quiser, mas acho que na grelha da SIC haverá, possivelmente, coisas muito mais interes-santes do que aquilo que nos impingem todos os dias.

Libânio Gonçalves, de Toronto



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Toronto,
17/Março/2003
Edição 772

ANO XXIII

   
   
   
  

 

 

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